Crimes ambientais mais cometidos no Estado

domingo, agosto 21, 2016

Publicado no Tendências - Jornal Laboratório da Faesa - Vitória/ES - em Agosto de 2016, edição nº 100




Texto na íntegra:


crimes Crimes ambientais mais cometidos no Estado

  Ao manter animais silvestres ou ameaçados de extinção em cativeiro; ao desmatar a  vegetação nativa e ao construir aterros em área considerada de preservação permanente; ao formar barragens impossibilitando o curso do rio; ao estruturar poços escavados; e ao fazer funcionar atividades poluidoras sem autorização do órgão ambiental, você colabora com os crimes ambientais mais cometidos no Espírito Santo.

  A 
soldado Ivi DeLazari, auxiliar da secção P-3 do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), relata que os crimes de degradação ambiental ocorrem mais no interior, porém é espalhado no Estado inteiro. Ela explica que na maioria das vezes o motivo de acontecer o crime ou é por desconhecimento da lei, ou acontece de os infratores possuírem documentos irregulares porque pediram autorização para uma atividade e fizeram outra ação. Como pedir para uma metragem, sendo que o tamanho do serviço é maior e mais prejudicial do que o tamanho em acordo.





  O chefe da secção de planejamento e instrução do BPMA, capitão Patrício Fiorim, ressalta que o motivo dos crimes ambientais acontecerem depende muito da categoria. Por exemplo, na fauna, como manter um animal em cativeiro, normalmente apreendem-se casos que acontecem por cultura e não por desconhecimento. No caso da flora, supressão vegetal, também ocorre em razão da necessidade que os agricultores veem em aumentar a área de plantio. 

  Como forma de prevenção aos crimes ambientais, a Polícia Ambiental exerce ações de conscientização da população. O Capitão Fiorim relata que o trabalho deles é de repressão quando há denúncia e de educação ambiental nos momentos em que não há denúncia. A soldado Ivi explica que além da equipe específica para a educação ambiental, os agentes militares em campo fazem esse serviço para mostrar às pessoas o que elas estão fazendo e de que forma essas ações danificam o meio em que vivem.

You Might Also Like

0 comentários